O início da pandemia obrigou diversas universidades a mudar o formato de educação presencial, quando o aluno vai até a instituição para ter as aulas, pela modalidade à distância, quando o aluno pode assistir as aulas e fazer as atividades em casa. Apesar do acompanhamento realizado pela internet, em alguns cursos, não há como desenvolver os estudos se não for de forma presencial.

Por conta disso, o estudante do curso de engenharia civil da Faculdade AGES, Daniel Linhares, denuncia que a instituição não está preocupada com os alunos. Ele afirma que um dos professores chegou a apagar do Ambiente Virtual de Aprendizem, onde os alunos recebem as aulas, uma sugestão de alteração de datas das aulas para que pudessem ser presenciais.

De acordo com Daniel, a instituição poderia remanejar as aulas práticas para uma outra data, quando os alunos puderem fazer as atividades de forma que, de fato, aprendam. Ainda segundo Daniel, a sugestão feita foi apagada por um dos professores sem que fosse levada em consideração, demonstrando atitude anti-democrática e desrespeitosa com o aluno, que precisa pagar todos os meses a mensalidade para que consiga estudar. “Aula prática virtualmente não dá. A gente precisa visitar a obra, fazer os ensaios no laboratórios. Como ter uma prática on-line? A gente precisa conhecer o local, espaço e tudo o que compete a um engenheiro”, comenta ao demonstrar como a ausência da aula prática e a falta de compromisso da instituição são prejudiciais.

O Ministério da Educação (MEC), por meio da portaria Nº 343, de 117 de março de 2020, garante autonomia absoluta às instituições de ensino superior do País para que as medidas adotadas em relação às atividades acadêmicas sejam decidam por elas mesmas.
O site oficial da Faculdade AGES não tem nenhum informativo aos alunos sobre as ações desenvolvidas para um possível retorno às aulas presenciais.
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*ESTUDANTE DENUNCIA FACULDADE AGES POR NEGLIGÊNCIA DURANTE A PADEMIA* O início da pandemia obrigou diversas universidades a mudar o formato de educação presencial, quando o aluno vai até a instituição para ter as aulas, pela modalidade à distância, quando o aluno pode assistir as aulas e fazer as atividades em casa. Apesar do acompanhamento realizado pela internet, em alguns cursos, não há como desenvolver os estudos se não for de forma presencial. Por conta disso, o estudante do curso de engenharia civil da Faculdade AGES, Daniel Linhares, denuncia que a instituição não está preocupada com os alunos. Ele afirma que um dos professores chegou a apagar do Ambiente Virtual de Aprendizem, onde os alunos recebem as aulas, uma sugestão de alteração de datas das aulas para que pudessem ser presenciais. De acordo com Daniel, a instituição poderia remanejar as aulas práticas para uma outra data, quando os alunos puderem fazer as atividades de forma que, de fato, aprendam. Ainda segundo Daniel, a sugestão feita foi apagada por um dos professores sem que fosse levada em consideração, demonstrando atitude anti-democrática e desrespeitosa com o aluno, que precisa pagar todos os meses a mensalidade para que consiga estudar. "Aula prática virtualmente não dá. A gente precisa visitar a obra, fazer os ensaios no laboratórios. Como ter uma prática on-line? A gente precisa conhecer o local, espaço e tudo o que compete a um engenheiro", comenta ao demonstrar como a ausência da aula prática e a falta de compromisso da instituição são prejudiciais. O Ministério da Educação (MEC), por meio da portaria Nº 343, de 117 de março de 2020, garante autonomia absoluta às instituições de ensino superior do País para que as medidas adotadas em relação às atividades acadêmicas sejam decidam por elas mesmas. O site oficial da Faculdade AGES não tem nenhum informativo aos alunos sobre as ações desenvolvidas para um possível retorno às aulas presenciais. #censuraNao #faculdadeAges #AGES #semCensura #redução #reduçãoJá #respeito #direitoMeu #une #estudante #acadêmico #engenhariaCivil #ueb #mpba #ministérioPublico #mp #ba #bahia

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