Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

Uma estudante de Pindobaçu, no Piemonte Norte do Itapicuru, desenvolveu um protótipo de aviário (criatório de aves) automatizado. O objetivo foi facilitar a vida de trabalhadores do semiárido baiano, principalmente na criação de aves e produção de ovos. Segundo o G1, a ideia foi de Adriana Nascimento, que faz Ciência da Computação no Instituto Federal Baiano (IF Baiano), em Senhor do Bonfim, na mesma região. Um professor, José Honorato Nunes, e um colega de curso, Javam Oliveira, ajudaram na realização da iniciativa.

De acordo com Adriana Nascimento, a principal questão era tornar o projeto algo de baixo custo. Com o viveiro automático, o produtor pode monitorar entre outros aspectos, o microclima do meio ambiente – que pode indicar a necessidade de mais ou menos exposição ao sol – além de umidade interna e o estado das cortinas. A pesquisadora aponta que um dos principais motivos de perda de aves é o calor excessivo.

O projeto ainda favorece a identificação mais precisa de parâmetros até então feitos de forma analógica, como temperatura interna, posição dos ventilados e abertura e fechamento de janelas.

Aviso: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Bahia Notícias. É vetada a postagem de conteúdos que violem a lei e/ ou direitos de terceiros. Comentários postados que não respeitem os critérios podem ser removidos sem prévia notificação.

Fonte: “BN”

Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

Uma estudante de Pindobaçu, no Piemonte Norte do Itapicuru, desenvolveu um protótipo de aviário (criatório de aves) automatizado. O objetivo foi facilitar a vida de trabalhadores do semiárido baiano, principalmente na criação de aves e produção de ovos. Segundo o G1, a ideia foi de Adriana Nascimento, que faz Ciência da Computação no Instituto Federal Baiano (IF Baiano), em Senhor do Bonfim, na mesma região. Um professor, José Honorato Nunes, e um colega de curso, Javam Oliveira, ajudaram na realização da iniciativa.

De acordo com Adriana Nascimento, a principal questão era tornar o projeto algo de baixo custo. Com o viveiro automático, o produtor pode monitorar entre outros aspectos, o microclima do meio ambiente – que pode indicar a necessidade de mais ou menos exposição ao sol – além de umidade interna e o estado das cortinas. A pesquisadora aponta que um dos principais motivos de perda de aves é o calor excessivo.

O projeto ainda favorece a identificação mais precisa de parâmetros até então feitos de forma analógica, como temperatura interna, posição dos ventilados e abertura e fechamento de janelas.

Aviso: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Bahia Notícias. É vetada a postagem de conteúdos que violem a lei e/ ou direitos de terceiros. Comentários postados que não respeitem os critérios podem ser removidos sem prévia notificação.

Fonte: “BN”