Preço cobrado ao consumidor deve ter alta de R$ 1,29 se o reajuste for repassado integralmente

Apesar da alta do preço cobrado pela Petrobras, o reajuste ao consumidor pode variar, pois os distribuidores tem liberdade para definir os preços. Se o aumento for integralmente repassado ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão suba, em média, 2,2%, ou cerca de 1,29 real, se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

O preço médio do botijão no país é de 57,46 reais, segundo o último levantamento semanal feito pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Conforme a Petrobras, o ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos.