Caro Repórter,
Novamente retorna ao assunto o nosso deputado Carlos Brasileiro, mostrando-se como salvador da pátria, agora com uma nova introdução de conseguir mais verbas para o hospital seja na esfera estadual, assim como na esfera federal.
Repercute o seu gabinete notícia não comprovada pelo governo, união e, tão pouco, pelas ditas “futuras gestoras do hospital”. Glorifico aqui ao nobre deputado pelo entusiasmo em conceber para Bonfim, mais verbas para seu hospital.
Acertadamente senhor deputado você identifica o âmago da história e a derrocada do nosso hospital nos últimos 12 anos, a falta de recursos para suas operações. Aqui nobre deputado, traçamos 8 anos de sua gestão onde repassava o mínimo possível, chegando ao máximo de R$ 330.000,00. Neste ínterim não vimos gestões para trazer recursos estaduais ou federais, ficamos com a mesma tigela da mendicância municipal e os seus reflexos em todos os setores da saúde.
O senhor, nobre deputado, teve dois anos para tentar arrancar estes recursos que agora coloca como fáceis, indo com o Secretário Solla ao Ministro da Saúde. Agora e tão somente agora, quando o senhor precisa da população numa eleição que não sabe sequer, se irá a frente.
Admiro a sua confiança própria desdenhando do poder judiciário que fará o devido julgamento do processo eleitoral do PT. Admiro a sua qualidade imperativa de querer e fazer com que o seu querer se transforme em realidade. Infelizmente nobre deputado, estamos em uma democracia e nela somos obrigado a respeitar as leis. Iniciando pela questão do hospital, advirtu-o de que se faz necessário a concordancia do município para que se faça um contrato entre o hospital com qualquer entidade, seja pública ou privada. Acho que aqui o senhor retorna ao preceito funesto da materialização do seu querer, noutras palavras ARROGÂNCIA (Substantivo feminino. 1.Orgulho excessivo; soberba; 2.Insolência, atrevimento).
Senhor deputado insisto que o nosso problema é de recursos, hoje repassados pela Prefeitura da ordem de R$ 460.000,00, o que não satisfaz as necessidades da nossa casa de saúde. Importando-nos com a população estamos aqui implorando por equipamentos, móveis, medicamentos, roupas e descartáveis. Graças a Deus temos recebido doações de alimentos e material de limpeza, traga-nos estes materiais e estaremos aqui a lhe aplaudir. Mas nos traga coisa concreta de falácia estamos fartos.
A propósito deputado, nem tudo que você fala são flores encontra-se no STJ processo da União Social Camiliana requerendo o seu CEBAS ( o senhor sabe o que é isto?) que havia sido cancelado pelo Ministério da Saúde, veja processos anexos.
Humberto Santiago Administrador do HDAM.

Foto Neto Maravilha