“Causou-nos estranheza que tenhamos ocupado as manchetes da mídia baiana como alguém insensível ao sofrimento de nosso povo: promovi audiências públicas; tenho apoiado associações e cooperativas até mesmo com equipamentos; reduzi um são João de cinco dias a apenas três; cortei quase 300 mil das atrações de palco; reduzi palcos, iluminação, som e decoração, um são João de Um milhão e quinhentos mil investirá este ano a metade, sem esquecermos que recebemos sempre patrocínios e recursos dirigidos que chegam a quatrocentos e cinquenta mil reais (Bahiatursa, Petrobras, bancos, empresas). Não entendo porque de repente o Prefeito Paulo Machado é execrado como um vilão nessa história”, afirma  o Prefeito de Senhor do Bonfim.

“A recomendação do Ministério Público, que pode valer para todos os outros municípios em estado de emergência, fala de mais cortes e de que se comuniquem ao órgão entradas e saídas de recursos municipais relativos à seca e ao são João. O que eu não entendo é por que uma recomendação  se transforma em ato de condenação  e é espalhado por toda a Bahia, mesmo antes da Prefeitura Municipal responder ao Ministério Público, estabelecendo o contraditório”, prossegue o prefeito. E conclui: “Há publicações em blogs, jornais e TVs que colocam em minha boca coisas que eu não disse ou me atribuem coisas que não fiz. Quando nada, estou sendo eleito o bode expiatório do ano da estiagem que nos assola”.