O líder do bloco parlamentar PMDB/DEM na Assembleia Legislativa, deputado Luciano Simões, lamentou a ausência de assinaturas que impediu a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar os repasses do Governo do Estado para Organizações Não Governamentais (ONGs), em sua maioria no período eleitoral, com soma estimada em R$1,2 bilhão.

 

“Não vejo motivos para que apenas um deputado da bancada governista, que foi o deputado Capitão Tadeu (PSB), não tenha se negado a assinar a CPI. Dois parlamentares que assinaram o requerimento foram ao meu gabinete para retirar a assinatura de qualquer jeito, sobre ameaças. Essa negativa da bancada do governo de não assinar a CPI, realmente é se de desconfiar, uma vez que os convênios assinados não resistem a qualquer tipo de investigação”, repudiou Simões.

 

O parlamentar foi o autor do requerimento apresentado à Mesa Diretora da Casa, com o objetivo de investigar indícios de irregularidades ao convênio entre a ONG Instituto Brasil Preservação Ambiental e a Secretária de Desenvolvimento Urbano do Estado (Sedur), na gestão do atual deputado federal Afonso Florence (PT/BA). O peemedebista recolheu apenas 16 assinaturas e não conseguiu a adesão de parlamentares da base governista para investigar o rombo nos cofres públicos estaduais.

 

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